08/01/2012
06/01/2012
04/01/2012
Happy new year :)
May you always make the right moves.
May your cup runneth over with love
MAY YOU ALWAYS FIND SHELTER FROM ANY STORM
May you remain good looking and looking good.
May you find perfect balance in the company you keep.
May you have as much fun as you can before someone makes you stop.
May the worst thing that happens to you come in slobbery pink and furry TAN.

May you manage to MAKE time for siesta.

May all the new folks you meet be interesting and kind.
May your accessories always harmonize with your natural beauty!
Should your mouth ever be bigger than your stomach,
may you have a chewing good time!

May you always know when to walk away and when to run.

AND MAY YOUR FRIENDS ALWAYS BRING YOU JOY

REMEMBERING THAT LIVING WELL
IS THE BEST REVENGE AGAINST MORTALITY!
May 2012 be your BEST year EVER!!!
May your cup runneth over with love
MAY YOU ALWAYS FIND SHELTER FROM ANY STORM
May you remain good looking and looking good.
May you find perfect balance in the company you keep.
May you have as much fun as you can before someone makes you stop.
May the worst thing that happens to you come in slobbery pink and furry TAN.
May you manage to MAKE time for siesta.
May all the new folks you meet be interesting and kind.
May your accessories always harmonize with your natural beauty!
Should your mouth ever be bigger than your stomach,
may you have a chewing good time!
May you always know when to walk away and when to run.
AND MAY YOUR FRIENDS ALWAYS BRING YOU JOY
REMEMBERING THAT LIVING WELL
IS THE BEST REVENGE AGAINST MORTALITY!
May 2012 be your BEST year EVER!!!
Cresce número de jovens preocupados com a defesa dos direitos animais
Para muitos jovens, a época da faculdade é quando são tomadas as primeiras decisões independentes ou, numa escala maior, quando são definidos quais assuntos serão importantes para eles. As decisões feitas hoje formatarão o resto de suas vidas e o futuro dos países quando eles se tornarem adultos. A PETA conversou com Ryan Huling, responsável pelas campanhas do grupo nas faculdades, sobre o impacto que os estudantes de todo o país terão no movimento pelos direitos animais.
O que os estudantes podem fazer para tornar os campus livres da crueldade animal?
O número de vegetarianos nas universidades cresceu mais de 50% desde 2005, e o número de veganos mais que dobrou. Então não é surpresa que a demanda por opções sem carne aumentem nos campus. E, como consequência, tem crescido a objeção dos alunos à dissecção, mais faculdades têm criado políticas formais e informais que permitem aos estudantes estar equipados por alternativas que não usem animais.
A PETA diz que os jovens estão se voltando para a defesa dos direitos animais. Como?
Jovens e estudantes universitários em particular compõem uma parte considerável de todos os movimentos por justiça social da história recente, e os direitos animais não é exceção. O projeto Liberation que apresentamos nas universidades justapõe o abuso que os humanos têm infligido a si mesmos ao longo da história (como o trabalho infantil, escravidão e negação de direitos básicos) com os abusos que atualmente infligem aos animais. Os estudantes ficam muito motivados a corrigir estas injustiças.
A rede virtual de jovens ativistas da PETA tem mais de 70 mil membros ativos que assinam abaixo-assinados, telefonam às empresas que cometem abusos contra animais e promovem todos os dias programas educativos sobre o direito dos animais.
A ideia de boicotar produtos de origem animal tem se tornado muito presente para estes jovens, que irão influenciar as gerações futuras.
03/01/2012
Ataque causa a morte a dois cães em Santa Luzia
Soube deste caso e fiquei francamente chocada!
Este simpático casal alerta para a necessidade de os cães andarem com trela na via pública, já que ficaram sem os seus 2 companheiros de 4 patas, aquando daquele que parecia ser um pacífico passeio.
Os seus Yorkshire Terrier de 8 anos foram ambos atacados por um cão de grande porte, não resistiram aos ferimentos e o casal está compreensivelmente inconsolável.
Apesar de decididos a irem até as últimas consequências para passarem a palavra e alertarem para a falta de cuidados durante os passeios de alguns animais na via pública, nada infelizmente trará JJ e Murphy de volta :(
Adoro esta raça e não consigo sequer imaginar a dor de perder dois companheiros desta forma tão agonizante, por isso aqui fica a divulgação do artigo publicado hoje no "Diário de Notícias" numa tentativa de sensibilizar as pessoas para este caso.
Adoro esta raça e não consigo sequer imaginar a dor de perder dois companheiros desta forma tão agonizante, por isso aqui fica a divulgação do artigo publicado hoje no "Diário de Notícias" numa tentativa de sensibilizar as pessoas para este caso.
Brenda Farrell e Jon Sunderland, naturais de Vancouver, no Canadá, escolheram a Madeira, onde adquiriram casa, para passar o Inverno.
No entanto, o primeiro fim de ano na Região depressa se transformou num pesadelo quando, no passado dia 30, os seus dois cães, de raça Yorkshire Terrier, foram atacados por um outro cão. Murphy, de apenas três quilos, morreu pouco tempo depois do ataque, enquanto JJ, de apenas dois quilos, ainda foi operado na VetFunchal, mas não resistiu.
O casal está inconsolável e quer tornar o caso público como chamada de atenção para o perigo de ter cães não socializados e sem trela na via pública. São um perigo para outros animais e até para crianças.
Sem conter as lágrimas, Brenda conta que no dia 30, pelas 11 horas, o marido saiu de casa para dar um passeio aos cães, que apesar de serem de pequeno porte estavam presos às suas trelas. De repente, vindo do nada, um cão muito maior atacou sem sequer ladrar antes. Quando ajudava o primeiro, o cão virou-se para o segundo, enquanto o dono tentava manter as trelas e os cães dependurados e feridos longe do atacante sem sucesso. É com horror que descrevem o estado lastimável em que ficaram os animais. Um deles tinha, inclusive, os intestinos de fora.
O casal, que tem testemunhas da ocorrência, já contactou a PSP e conta agora com o apoio de um advogado.
Entretanto, o dono do cão já assumiu todas as despesas do veterinário, que rondam os 600 euros.
Brenda Farrel refere, contudo, que em causa não está o dinheiro. Além do laço que unia o casal aos seus dois cães já com oito anos, há o medo de que outros passem pelo mesmo sofrimento. "Não queremos que isto volte a acontecer".
Brenda e Jon querem garantias de que não vai acontecer nova tragédia nem com cães, nem com crianças.
Dizem que estão a passar um período muito difícil, que os faz reviver a dor de terem perdido um filho num desastre de avião.
Brenda Farrel quer, inclusive, ter um papel activo na luta pelos direitos dos animais na Madeira. Está chocada com os níveis de abandono e com a forma como as pessoas tratam os animais que têm em casa. Defende que estes devem fazer parte da família e não estarem acorrentados ou atrás de grades o dia inteiro, numa aprendizagem de violência. Apela mesmo à formação de um movimento e pede que a contactem pelo mail brendaafarrell@gmail.com.
Agora, tentam ultrapassar o trauma e dizem que nunca pensaram perder os cães na Madeira. No Canadá sim haveria o perigo de serem atacados por animais selvagens.
"O cão é meigo"
No entanto, o primeiro fim de ano na Região depressa se transformou num pesadelo quando, no passado dia 30, os seus dois cães, de raça Yorkshire Terrier, foram atacados por um outro cão. Murphy, de apenas três quilos, morreu pouco tempo depois do ataque, enquanto JJ, de apenas dois quilos, ainda foi operado na VetFunchal, mas não resistiu.
O casal está inconsolável e quer tornar o caso público como chamada de atenção para o perigo de ter cães não socializados e sem trela na via pública. São um perigo para outros animais e até para crianças.
Sem conter as lágrimas, Brenda conta que no dia 30, pelas 11 horas, o marido saiu de casa para dar um passeio aos cães, que apesar de serem de pequeno porte estavam presos às suas trelas. De repente, vindo do nada, um cão muito maior atacou sem sequer ladrar antes. Quando ajudava o primeiro, o cão virou-se para o segundo, enquanto o dono tentava manter as trelas e os cães dependurados e feridos longe do atacante sem sucesso. É com horror que descrevem o estado lastimável em que ficaram os animais. Um deles tinha, inclusive, os intestinos de fora.
O casal, que tem testemunhas da ocorrência, já contactou a PSP e conta agora com o apoio de um advogado.
Entretanto, o dono do cão já assumiu todas as despesas do veterinário, que rondam os 600 euros.
Brenda Farrel refere, contudo, que em causa não está o dinheiro. Além do laço que unia o casal aos seus dois cães já com oito anos, há o medo de que outros passem pelo mesmo sofrimento. "Não queremos que isto volte a acontecer".
Brenda e Jon querem garantias de que não vai acontecer nova tragédia nem com cães, nem com crianças.
Dizem que estão a passar um período muito difícil, que os faz reviver a dor de terem perdido um filho num desastre de avião.
Brenda Farrel quer, inclusive, ter um papel activo na luta pelos direitos dos animais na Madeira. Está chocada com os níveis de abandono e com a forma como as pessoas tratam os animais que têm em casa. Defende que estes devem fazer parte da família e não estarem acorrentados ou atrás de grades o dia inteiro, numa aprendizagem de violência. Apela mesmo à formação de um movimento e pede que a contactem pelo mail brendaafarrell@gmail.com.
Agora, tentam ultrapassar o trauma e dizem que nunca pensaram perder os cães na Madeira. No Canadá sim haveria o perigo de serem atacados por animais selvagens.
"O cão é meigo"
Carlos Silva, o dono do cão que atacou Murphy e JJ, diz estar triste e decepcionado, até porque caracteriza de meigo o animal que tem há dois anos em casa e que é companheiro de brincadeira dos filhos.
Conta que no dia 30 levou o cão ao supermercado preso pela trela e que, na vinda, encontraram uma cadela de um vizinho na via pública.
O cão ficou muito excitado e depois de a cadela já ter desaparecido continuava a tentar soltar-se. Foi aí que a trela rebentou.
Não deu tempo para mais nada. Quando chegou ao pé do vizinho já os dois cães tinham sido atacados. "Gosto de cães e também fiquei chocado com o que aconteceu aos dois pequeninos".
Carlos Silva garante que vai assumir as despesas, mas que pouco mais pode fazer relativamente ao sucedido.
Refere que o cão não gosta de gatos, mas que, de resto, nunca deu grandes problemas, a não ser desta vez e de uma outra em que rasgou a camisa a uma vizinha que se encostou à porta.
Um misto de Retriever do Labrador com outra raça, o cão é companheiro de brincadeiras dos filhos.
"Fiquei pasmado e muito nervoso, porque gosto de cães e não estava à espera que uma coisa destas pudesse acontecer", sublinha.
Conta que no dia 30 levou o cão ao supermercado preso pela trela e que, na vinda, encontraram uma cadela de um vizinho na via pública.
O cão ficou muito excitado e depois de a cadela já ter desaparecido continuava a tentar soltar-se. Foi aí que a trela rebentou.
Não deu tempo para mais nada. Quando chegou ao pé do vizinho já os dois cães tinham sido atacados. "Gosto de cães e também fiquei chocado com o que aconteceu aos dois pequeninos".
Carlos Silva garante que vai assumir as despesas, mas que pouco mais pode fazer relativamente ao sucedido.
Refere que o cão não gosta de gatos, mas que, de resto, nunca deu grandes problemas, a não ser desta vez e de uma outra em que rasgou a camisa a uma vizinha que se encostou à porta.
Um misto de Retriever do Labrador com outra raça, o cão é companheiro de brincadeiras dos filhos.
"Fiquei pasmado e muito nervoso, porque gosto de cães e não estava à espera que uma coisa destas pudesse acontecer", sublinha.
Fonte: Casos do Dia 3 de Janeiro de 2012 in "Diário de Notícias" por Raquel Gonçalves
02/01/2012
Cães podem sentir pena de humanos
| Uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, de Portugal, afirmou que os cães são capazes de ter empatia com os humanos a ponto de compartilhar as mesmas emoções de seus donos. O estudo ainda diz que essa empatia vai além de uma simples cópia do comportamento humano. Os animais de estimação, principalmente os cães, podem ficar “aborrecidos“ como crianças quando expostos a situações familiares de conflito. Além disso, mesmo os animais não treinados têm a habilidade de esboçar alguma reação em situações reais de emergência. Outro estudo ainda revelou que os cãezinhos usados em terapias acabam sendo afetados física e emocionalmente por seu trabalho, necessitando de massagens e calmantes depois das sessões. As hipóteses levantadas pelas pesquisadoras portuguesas para esse comportamento são pelo fato dos cães serem descendentes dos lobos, animais altamente sociais e cooperativos. Além disso, a seleção feita pela domesticação pode ter escolhido cães mais inteligentes e mais sincronizados com os sentimentos humanos. |
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